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Arch. Zootec. 56:  875-884. 2007.    Download 4187
 
ENDOMETRITE EQÜINA. FUNGOS E BACTÉRIAS
EQUINE ENDOMETRITIS. FUNGI AND BACTÉRIA

Amaral, M.G.1, C.A. Pimentel2, M. Meireles2, S.M. Fiala1, R. Schramm2, E.G. Xavier2 e M. Mendonça2

1Departamento de Morfologia. Instituto de Biologia. Universidade Federal de Pelotas. Avenida Duque de Caxias nº 250. Fragata. Pelotas, RS. Brasil. CEP: 96030-002. E-mail: amaral@ufpel.tche.br
2Faculdade de Medicina Veterinária. Universidade Federal de Pelotas. Campus Capão do Leão s/nº. Pelotas, RS. Brasil. CEP: 96.010-900.

Palavras chave adicionais
Éguas. Infertilidade.
 
Additional keywords
Mare. Infertility.
 
Resumo
O objetivo deste trabalho foi estudar a ocorrência de fungos e bactérias no endométrio de éguas e sua associação com alterações inflamatórias. As amostras foram coletadas de duas populações: frigorífico, representado por éguas cujo histórico de infertilidade era desconhecido (N= 481) e campo, representado por éguas que permaneceram vazias após uma estação reprodutiva (N= 103). A coleta do material para cultura micológica e bacteriológica das amostras do matadouro era realizada através de uma incisão com bisturi, na serosa uterina flambada por onde eram introduzidos dois swabs: um para cultura bacteriológica e outro para cultura micológica. A coleta do material de éguas subférteis (campo) era realizada pela introdução do swab protegido com a mão enluvada, no útero através da cérvix. Para exame histológico em ambos grupos, era coletado um fragmento do endométrio, o qual era fixado em solução de Bouin durante 24 h, para ser processado e corado pelas técnicas de Hematoxilina-Eosina (H.E.), ácido periódico de Schiff (PAS) e Gomori-prata. Os swabs eram semeados em placas de agar sangue, Mac Conkey e agar Sabouraud para pesquisa microbiológica. Os dados foram submetidos à análise descritiva de freqüência, tabulação cruzada e 2. As culturas para fungos, bactérias e as alterações inflamatórias foram agrupados em duas categorias: positivas ou negativas. Os gêneros Penicilium (35,4%), Aspergillus (20,3%) e Candida (13,9%) foram encontradas com maior freqüência. Em 65,9% (385/584) das amostras examinadas verificou-se inflamação endometrial. Em 15,2% dos casos houve crescimento de fungos com alteração inflamatória do endométrio, sem crescimento de bactérias, e em 13,3% das endometrites em que não cresceu fungo foram isoladas bactérias. Nas amostras do frigorífico, houve alteração inflamatória do endométrio em 280 de 452 amostras (61,9%). Nas amostras de campo foram verificados três casos de crescimento de fungo (Candida spp.) sem o crescimento de bactérias; todas as amostras positivas para fungo, apresentaram inflamação endometrial; em duas foram identificadas leveduras no corte histológico. Isto sugere a patogenicidade da Candida spp.
 
Summary
The objective of this work was to study the frequency of fungi and bacteria in uterine cultures and its association with inflammatory lesions in the endometrium. Samples were collected from two populations: abattoir (mares without known history of fertility N= 481 samples); barren mares (mares open after at least one breeding season N= 103 samples). Two swabs were collected for microbiological investigation: one for bacteria and the other for fungus. From abattoir material, swabs were introduced into the uterine cavity after sterilization of the uterine serosa by means of a heated spatula blade. In the barren mares, samples were collected with swabs in a gloved protected hand through the vagina and cervix. Samples were collected for histology, in abattoir material by opening uterine cavity with scissors and with a Yeoman biopsy punch from live barren mares. The samples were fixed in Bouin solution for 24 h and processed and stained with HE, PAS and Gomori-silver. Swabs were placed in blood agar, Mac Conkey and Sabouraud agar. Data were subjected to descriptive analysis, cross tabulation and 2. For cross tabulation analysis, bacteriological and fungal culture and inflammation results were recorded as positive or negative. The genus Penicilium (35.4%), Aspergillus (20.3%) and Candida (13.9%) were the most frequently found. The frequency of endometrites in the examined all samples was 65.9% (385/584). In uterine samples with endometrites, 15.2 % had growth of fungus without bacteria and in 13.3% had growth of bacteria without fungus. Endometritis without growth of bacteria and fungus were found in 61.9% of the samples (280/452). In barren mares, three cases Candida spp. were isolated; all showed inflammatory lesions; there was no bacterial growth in all three cases and in two, yeast were seen in the tissue sections. This fact strongly suggests the patogenicity of Candida spp. The PAS stain was more sensitivity to identify fungal endometritis than HE and Silver (p<0.05). It can be concluded that fungal endometritis occur and are associated with infertility, however a large proportion of cases of endometritis are not associated with fungal or bacterial growth.
 
Arch. Zootec. 56:  875-884. 2007.    Download 4187
     
         
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