252 (Dec) pp 475-629
251 (Sep) pp 289-473
250 (Jun) pp 107-288
249 (Mar) pp 1-106
Revisiones (Dec)
248 (Dec) pp 311-455
247 (Sep) pp 199-310
246 (Jun) pp 93-198
245 (Mar) pp 1-92
Revisiones (Dec)
244 (Dec) pp 563-700
243 (Sep) pp 397-562
242 (Jun)
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239 (Sep) pp 319-476
238 (Jun) pp 159-318
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234 (Jun) pp 161-320
233 (Mar)
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232 (Dec) pp 839-1354
231 (Sep) pp 319-836
230 (Jun) pp 161-318
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228 (Dec) pp 477-636
227 (Sep) pp 319-476
226 (Jun) pp 159-318
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220 (Dec) pp 389-578
219 (Sep) pp 291-388
218 (Jun) pp 99-290
217 (Mar) pp 3-98
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Suplemento 1 (Dec) pp 377-794
216 (Dec) pp 805-1006
215 (Sep) pp 275-366
214 (Jun) pp 101-272
213 (Mar) pp 1-100
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212 (Dec) pp 325-424
211 (Sep) pp 225-236
210 (Jun) pp 125-224
209 (Mar) pp 1-124
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208 (Dec) pp 585-708
206 (Sep) pp 123-574
205 (Mar) pp 1-121
204 (Dec) pp 357-474
203 (Sep) pp 237-356
202 (Jun) pp 117-236
201 (Mar) pp 1-116
200 (Dec) pp 417-494
199 (Sep) pp 291-416
198 (Jun) pp 125-289
197 (Mar) pp 1-124
196 (Dec) pp 411-484
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189 (Jun) pp 1-310
188 (Dec) pp 434-512
187 (Sep) pp 311-433
185-186 (Jun) pp 1-308
184 (Dec) pp 371-448
183 (Sep) pp 249-370
182 (Jun) pp 123-248
181 (Mar) pp 1-122
180 (Dec) pp 597-679
178-179 (Sep) pp 129-596
177 (Mar) pp 1-128
176 (Dec) pp 293-424
175 (Sep) pp 197-292
174 (Jun) pp 105-196
173 (Mar) pp 1-102
172 (Dec) pp 377-488
170-171 (Sep) pp 97-376
169 (Dec) pp 3-95
168 (Dec) pp 369-470
166-167 (Sep) pp 97-368
165 (Mar) pp 1-96
164 (Dec) pp 305-403
163 (Sep) pp 201-302
162 (Jun) pp 105-195
161 (Mar) pp 3-102
160 (Dec) pp 401-508
159 (Dec) pp 301-396
158 (Sep) pp 203-300
157 (Jun) pp 105-200
156 (Mar) pp 3-100
155 (Dec) pp 605-710
154 (Sep) pp 303-603
153 (Sep) pp 195-302
152 (Jun) pp 101-194
151 (Mar) pp 1-100
149 (Dec) pp 315-412
148 (Sep) pp 207-314
147 (Jun) pp 101-209
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144 (Jun) pp 107-218
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142 (Sep) pp 209-332
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136 (Sep) pp 203-370
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110 (Jun) pp 103-197
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106 (Jun) pp 103-204
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102 (Jun) pp 113-217
101 (Mar) pp 1-110
100 (Dec) pp 307-403
99 (Sep) pp 201-306
98 (Jun) pp 109-200
97 (Mar) pp 1-108
95-96 (Sep) pp 209-301
94 (Jun) pp 109-207
93 (Mar) pp 1-108
41 (Mar) pp 1-100
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PULSO DE OXIGêNIO: PREDIçãO DA PRODUçãO DE CALOR EM BOVINOS E RELAçõES COM CONSUMO ALIMENTAR RESIDUAL
OXYGEN PULSE, PREDICTION OF HEAT PRODUCTION IN BOVINES AND RESIDUAL FEED INTAKE

Chaves, S.A.1*; Feltrin, G.B.1; Nascimento, M.L.1 e Lanna, D.P.D.2

1Programa de Pós Graduação em Ciência Animal e Pastagens. Universidade de São Paulo. Campus ESALQ. Piracicaba-SP. Brasil.
2Departamento de Zootecnia. Universidade de São Paulo. Campus ESALQ. *amaliaschaves@yahoo.com.br

Palabras clave adicionales
Bioenergética. Consumo de oxigênio. Eficiência alimentar. Frequência cardíaca.
 
Additional keywords
Bioenergetics. Feed efficiency. Heart rate. Oxygen consumption.
 
Resumen
O interesse quanto ao uso de índices de eficiência alimentar na seleção de bovinos de corte é crescente, tanto pela redução no custo de produção quanto no impacto ambiental, questão esta de grande importância, visto que o foco atualmente prioriza a sustentabilidade dos recursos naturais. O consumo alimentar residual (CAR) obtido pela diferença entre o consumo observado e predito, vem sendo estudado como um índice de eficiência alimentar que além de evitar o aumento do tamanho adulto dos animais selecionado, por ser ajustado para peso metabólico, possibilita a identificação de indivíduos com menor consumo de matéria seca ao mesmo peso e taxa de ganho. Características de desempenho e suas correlações com a eficiência alimentar são bem documentadas na literatura, entretanto as bases biológicas para variação no CAR são parcialmente desconhecidas. Estima-se que 9 % das diferenças em CAR são explicadas pelo incremento calórico, 14 % por processo de digestão, 5 % pela composição corporal e 5 % por diferenças em atividade, Desta forma, 67 % da variação do CAR permanece ainda desconhecida, e pode estar relacionada com a energia requerida pelos processos biológicos, como bombeamento de prótons na mitocôndria, turnover proteico e bombeamento de íons. Portanto, o uso da energia via processos biológicos parece ter um potencial de contribuição com substancial proporção na variação individual da eficiência alimentar. Embora a produção de calor de um animal possa ser medida de forma acurada por meio de câmara calorimétrica ou uso de água duplamente marcada, estes métodos, além de serem praticados em condições artificiais, são extremamente caros e requerem considerável experiência e in-fraestrutura, o que pode tornar impraticável a seleção de animais com menor exigência. Neste contexto, muitos pesquisadores exploram a possibilidade de predizer a produção de calor a partir da frequência cardíaca, uma vez que a maior parte do O2 utilizado por animais homeotermos é transportada aos tecidos pela ação do coração, órgão este cuja atividade representa cerca de 10 % da produção total de calor. O uso da frequência cardíaca, sem a calibração para o volume de O2 consumido por batimento cardíaco, pode apresentar estimativas de baixa acurácia, no entanto, a produção de calor estimada por esta calibração em humanos e animais é altamente correlacionada com a mensuração direta na câmara calorimétrica. Diante disto, o objetivo na presente revisão é apresentar a metodologia de estimativa da produção de calor por meio da frequência cardíaca calibrada para consumo de oxigênio, e sua relação com o CAR em bovinos de corte.
 
Summary
The interest on the use of feed efficiency indexes in beef cattle selection is increasing, by reduction on production costs and on en-vironmental impact, what is an important issue, since currently the focus is on the natural resources sustainability. Residual feed intake (RFI) obtained by the difference between observed and predicted dry matter intake, has been studied as a feed efficiency index that besides avoiding increase on body weight of the selected animals, for being adjusted for metabolic body weight, allows the identification of the individuals with lower dry matter intake with the same body weight and average daily gain. Performance cha-racteristics and their correlations with feed efficiency are well reported by the literature, however the biological basis for RFI variation are partially unknown. It is estimated that 9 % of the difference on RFI are explained by heat increment, 14 % for differences in digestion; 5 % for differen-ces in body composition; and 5 % for differences in activity. Then, 67 % of the RFI variance remains unknown and may be related to the energy required for biological processes such as pumping of protons into the mitochondria, protein turnover and ion pumping. Therefore, the energy use through biological processes seems to have a potential to contribute substantially on individual variation of feed efficiency. Although the heat production of an animal can be accurately measured by calorimetric chamber or using doubly labeled water, these methods, besides being practiced in artificial conditions are extremely expensive and require considerable experience and infras-tructure, which may become impractical selecting animals with lower requirement of maintenance. In this context, many researchers have been studying the possibility of predicting heat production from heart rate, since most of the O2 used by warm-blooded animals are transported to the tissues by heart pumping, an organ whose activity is about 10 % of the total heat production. The use of heart rate without calibration for the O2 volume consumed per heart beat can provide low accuracy estimates, however, the heat production estimated by that calibration in humans and animals is highly correlated with the direct measurement in calorimetry chamber. Hence, the aim of this review is presenting the methodology of estimation of heat production from heart rate calibrated to oxy-gen consumption and its relationship with RFI in beef cattle.
 
Arch. Zootec. 63:  133-145. 2014.    Download 843
     
         
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