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160 (Dec) pp 401-508
159 (Dec) pp 301-396
158 (Sep) pp 203-300
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97 (Mar) pp 1-108
95-96 (Sep) pp 209-301
94 (Jun) pp 109-207
93 (Mar) pp 1-108
41 (Mar) pp 1-100
Arch. Zootec. 54:  509-513. 2005.    Download 3143
 
ADAPTAçãO DO CAVALO PANTANEIRO AO ESTRESSE DA LIDA DIáRIA DE GADO NO PANTANAL, BRASIL
PHYSIOLOGICAL ADAPTATIONS OF THE PANTANEIRO HORSE TO STRESS RELATED DAILY WORK WITH CATTLE IN THE PANTANAL, BRASIL

Silva, L.A.C. da1, S.A. Santos2, R.A.S. Silva2, C. McMannus3, H. Petzold4,

1, Aluna do curso de Zootecnia da UCDB/ IESPAN. Rua Tamandaré, 673. 79370-000, Ladário, MS. Brasil. E-mail: zoopan2000br@yahoo.com.br
2, Pesquisadores da Embrapa Pantanal. C. Postal 109. 79320-900 Corumbá, MS. Brasil.
3, Pesquisadora da UnB. 770919-970, Brasília, DF. Brasil.
4, Técnico Agrícola da Embrapa Pantanal. C. Postal 109. 79320-900 Corumbá, MS. Brasil.

Palavras chave adicionais
Condicionamento. Conservação de animais domésticos in situ. Fisiologia do exercício. Recursos genéticos animais.
 
Additional keywords
Animal genetic resources. Conditioning. Exercise physiology. In situ conservation of farm animal.
 
Resumo
A região pantaneira apresenta características bioclimáticas peculiares, como ambiente extremamente quente e inóspito. Neste ambiente, o único cavalo que suporta extensas marchas e manejo do gado diário é o Pantaneiro, animal de origem Ibérica que se naturalizou na região através de centenas de anos de seleção natural. Este estudo teve como objetivo avaliar a freqüência cardíaca e respiratória (indicadores de adaptação) de cavalos Pantaneiros usados na lida diária do gado, na sub-região da Nhecolândia, Pantanal. No período de 5 a 8 de julho de 2003, foram registradas a freqüência respiratória e freqüência cardíaca antes, imediatamente depois e 30 minutos após o trabalho com gado de 12 cavalos, sendo 7 testados duas vezes, num total de 19 observações. Estes cavalos foram avaliados na parte da manhã e da tarde, conforme o turno do trabalho. Os animais trabalharam em média 5 horas no período da manhã e 8 horas no período da tarde. As taxas cardíacas antes, imediatamente depois e 30 minutos após o exercício foram respectivamente de 37,6, 50,0 e 46,1 na parte da manhã e 42,8, 46,2 e 43,9 na parte da tarde. As taxas respiratórias antes, imediatamente depois e 30 minutos após o exercício foram respectivamente de 24,8, 36,6 e 35,1 na parte da manhã e 29,3, 29,6 e 28,5 na parte da tarde. As diferenças encontradas na parte da manhã provavelmente se deve ao aumento da temperatura no decorrer da manhã, ao contrário do que ocorreu no decorrer da tarde. Conclui-se que os cavalos Pantaneiros usados rotineiramente no trabalho de gado são adaptados ao estresse do exercício, cuja resposta é variável em função das temperatura ambiente.
 
Summary
The Pantanal region of Brazil has some distinct bio-climatic characteristics making it a very hot and inhospitable environment. The only breed of horse that can support the long treks, and daily management of cattle in this environment is the Pantaneiro, that is a Iberian origin animal naturalized in the region through natural selection by centuries. This study aimed to evaluate the heart and respiratory rates (adaptation indicators) of Pantaneiro horses that daily work cattle in the Nhecolândia sub-region, Pantanal. Between the 5th and 8th of July 2003 these adaptation indicators were measured before, immediately after and 30 minutes after exercise on 12 horses, 7 of which were evaluated on two occasions, totaling 19 observations. The latter were evaluated in the morning and in the afternoon. The horses worked on average 5 hours in the morning and 8 in the afternoon. The heart rate immediately after and 30 minutes after exercise were 37.6, 50.0 and 46.1, respectively, in the morning and 42.8, 46.2 and 43.9 in the afternoon. Respiratory rate for the same times were 24.8, 36.6 and 35.1, respectively, in the morning and 29.3, 29.6 and 28.5 in the afternoon. Significant differences found between morning and afternoon measurements were probably due to na increase in environmental temperature. No significant differences were found between the three afternoon measurements. It was concluded that the Pantaneiro horse, used routinely in cattle work, is well adapted to exercise stress, and changes in physiological parameters are due to fluctuations in environmental temperatures.
 
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