Características do sêmen de tambaqui (Colossoma macropomum) em latitude equatorial

M. J. A. F. Vieira, M. A. M. Carvalho, C. S. B. Salmito-Vanderley, M. Salgueiro, A. T. M. Viveiros, A. A. A. N. Moura, J. F. Nunes

Resumen


O tambaqui Colossoma macropomum (Cuvier, 1818) é uma espécie de teleósteo da bacia amazônica e abundante naquela região, de alto valor comercial e forte apelo culinário e esportivo sendo uma das principais espécies amazônicas com larga distribuição nos rios e nas áreas próximas a Manaus (Silva et al., 1984) Este trabalho teve por objetivo avaliar as características espermáticas do sêmen de tambaqui com e sem indução hormonal por um período de doze meses. Utilizou-se 26 machos com idade média de três anos, pertencentes ao Centro de Pesquisas em Aquicultura (CPAq) do Departamento Nacional de Obras Contra às Secas (DNOCS), devidamente identificados com chips magnéticos. Os animais foram divididos em dois grupos: induzidos (I) e não induzidos (NI). Os animais do grupo I receberam 2 mg de extrato de pituitária de carpa (EPC-1) por kg de peso vivo (PV), via intra celomática. O sêmen foi coletado após 14 horas através de massagem abdominal. Os parâmetros avaliados foram: volume, pH, osmolaridade e concentração espermática. Os peixes apresentaram peso médio de 5410 g, comprimento total de 68 cm e comprimento padrão de 59,17 cm. Para os grupos I e NI foram observados respectivamente: volume médio de 5,05 mL e 0,55 mL (p<0,05); pH médio de 8,21 e 8,09; osmolaridade média de 320,51 e 323 mOsm/kg e concentração espermática média de 22,93 x 109 e 40,46 x 109 sptz/mL (p<0,05). A produção espermática total foi de 115,79 x 109 sptz/mL no grupo I sendo de 22,25 x 109sptz/mL no grupo NI. Não houve diferença significativa entre os valores obtidos de osmolaridade e pH dos indivíduos induzidos e não induzidos. No entanto, a concentração espermática e o volume no grupo induzido apresentaram valores significativamente superiores (p<0,05) comparado aos indivíduos não induzidos.

Palabras clave


Nordeste do Brasil. Reprodução. Peixes. Teleósteos.

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DOI: https://doi.org/10.21071/az.v60i232.4010

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ISSN: 1885-4494