Curvas de crescimento morfológico para suínos localmente adaptados no Brasil

P. Dall Cortivo, A. Bretas, I. Silva, J. Braccini, C. McManus

Resumen


No presente estudo objetivou-se determinar curvas de crescimento para quatro raças de suínos naturalizados do Brasil (Moura, Piau, Nilo e Monteiro) através de ajustes não lineares. Foram coletados dados de 13 medidas morfológicas de 220 exemplares de ambos os sexos entre os 30 dias de vida até a idade adulta. As curvas foram ajustadas usando regressão não linear, pelas equações de Gompertz, Weibull, Logística, Brody e Richards. A melhor função foi selecionada pelo maior R² e menor erro quadrático médio, sendo a função de Weibull a mais apropriada para todas as raças e sexos. No geral, as fêmeas de todas as raças atingiram as medidas adultas com mais precocidade, porém os machos cresceram mais do que as fêmeas. O crescimento da raça Moura é o que mais se assemelha ao crescimento das raças industriais, isso pode estar relacionado ao fato de grande parte dos exemplares serem criados em sistemas de engorda. Por outro lado, a raça Monteiro foi a que apresentou um crescimento mais tardio. Conclui-se que as raças de suínos naturalizados brasileiros possuem crescimento diferenciado, que está relacionado com a origem genética da raça e adaptação ao ambiente.

Palabras clave


Melhoramento animal. Recursos genéticos. Análise não linear. Caracterização Fenotípica. Distribuição de Weibull.

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DOI: https://doi.org/10.21071/az.v64i248.429

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Editorial

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ISSN: 1885-4494