Considerações sobre a degradação da fibra em forragens tropicais associada com suplementos energéticos ou nitrogenados

N. de L. Costa, A. L.G. Monteiro, A. L.P. Silva, A. de Moraes, A. F. Giostri, T. S.S. Stivari, S. Gilaverte, T. C. Baldissera, E. A. Pin

Resumen


Os carboidratos constituem entre 70 e 80 % da dieta dos ruminantes e são fundamentais para o atendimento de suas exigências em energia, síntese de proteína microbiana, componentes do leite e manutenção da saúde animal. As gramíneas forrageiras tropicais apresentam, normalmente, baixos teores de proteína bruta, os quais estão associados a elevados teores de fibra, que pode representar cerca de 60 % da matéria seca consumida. A fibra representa a fração dos carboidratos de digestão lenta ou indigestível do alimento que ocupa espaço no trato gastrintestinal e, em função de sua concentração e digestibilidade, impõe limitações ao consumo voluntário de matéria seca, minerais e energia. A suplementação energética ou protéica pode suprir as necessidades em energia e proteína dos microrganismos e do ruminante, proporcionando condições favoráveis ao ambiente ruminal, maximizando o crescimento microbiano e a utilização dos compostos fibrosos da forragem. A sincronização entre as fontes de carboidratos e as de nitrogênio (N) maximiza a eficiência microbiana e a diminuição da perda de N em forma de amônia e da energia dos carboidratos, promovendo melhoria na digestão da MS e, especialmente, da fração fibrosa da forragem. Neste artigo são analisados os efeitos da suplementação energética e/ou protéica sobre a degradação e o consumo da fibra de gramíneas forrageiras tropicais.

Palabras clave


Carboidrato. Consumo voluntário. Proteína bruta.

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DOI: https://doi.org/10.21071/az.v64i247.504

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Editorial

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ISSN: 1885-4494