Níveis de proteína bruta em dietas para pacu (Piaractus mesopotamicus) com 150 a 400g cultivados em tanques-rede

S. Klein, E. K. Lorenz, G. W. Bueno, A. Signor, A. Feiden, W. R. Boscolo

Resumen


Um factor limitante na produção de organismos aquáticos refere à formulação de dietas de baixo custo com fontes de proteínas que satisfaçam as necessidades nutricionais dos animais. Portanto, este estudo teve como objetivo avaliar o desempenho e o crescimento do pacu (Piaractus mesopotamicus) cultivado em tanques-rede no reservatório de Itaipu. O peso médio inicial dos peixes foi de 150,5 ± 2,1g os quais foram distribuídos aleatoriamente em 20 tanques-rede (100 peixes/tanque) alimentados com cinco níveis de proteína bruta (PB) (18,5; 20,7; 23,7; 25,6 e 28,3 %), três vezes ao dia até a saciedade aparente. Avaliou-se o crescimento, composição muscular e perfil hematológico. Observou-se feito quadrático (p<0,05) no peso médio final e ganho de peso médio. Houve efeito linear na taxa de conversão alimentar, umidade e gordura muscular. Os resultados dos perfis de rendimento de carcaça e hematológico não apresentaram diferenças (p>0,05). A derivação das equações indicaram que o percentual exigido de PB na dieta para juvenis de pacu foi de 25,8 %. Portanto, recomenda-se que as dietas para esta espécie, nestas condições de cultivo, devem ser formuladas com aproximadamente 26 % de PB para assegurar melhores condições de desempenho e crescimento.

Palabras clave


Espécies nativas. Sistema intensivo. Nutrição de peixes. Exigência nutricional. Juvenis.

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DOI: https://doi.org/10.21071/az.v63i244.509

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Editorial

UCOPress. Cordoba University Press (UCOPress Editorial Universidad de Córdoba)

ISSN: 1885-4494