Eficiência do protocolo ovsynch em ovelhas da raça Santa Inês

M. E. F. Oliveira, L. F. S. Rodrigues, O. M. Almeida, M. F. Cordeiro, A. C. B. Moura, H. L. L. Sousa, F. N. Loureiro, P. P. M. Teixeira, M. M. Penha Filho, W. R. R. Vicente

Resumen


Foram utilizadas 26 ovelhas Santa Inês cíclicas. No tratamento 1, controle (n= 8), utilizou-se esponja com MAP por 14 dias e 300UI eCG (D14). No tratamento 2 (n= 9) foi empregado o protocolo Ovsynch: 25 µg de GnRH (D0), 37,5 µg de PGF2a (D7) e 25 µg de GnRH (D9). No tratamento 3 (n= 9) utilizou-se o protocolo Ovsynch adaptado, antecipando em 2 dias as aplicações de PGF2a e GnRH. A detecção de estro foi feita com auxílio de rufiões tendo início no T1, 12 h após o término do tratamento e no T2 e T3, imediatamente após a aplicação de PGF2a. Todas as ovelhas em estro foram cobertas duas vezes com intervalo de 12 horas. A taxa de prenhez (TP) foi avaliada por ultra-sonografia, 30 dias após a última cobertura. Do total de fêmeas sincronizadas, 88,46% em média, apresentaram estro, não evidenciando diferença entre os grupos (p>0,05). O intervalo entre o final do tratamento e o início do estro foi maior (p<0,05) no grupo T1, que no T2 e T3 (41,31±7,2, 13,37±8,42 e 6,75±5,2 h, respectivamente). O tempo de receptividade foi maior (p<0,05) nas fêmeas dos grupos T1 e T3 (40,5±6,49 h e 53,68±10,27 h, respectivamente), comparado às fêmeas do grupo T2 (34,56±7,2 h). A duração do estro não demonstrou diferença (p>0,05) entre tratamentos. A TP diferiu entre os grupos (37,5%, 62,5% e 25%, respectivamente. p<0,05). Os resultados mostram eficiência superior do protocolo Ovsynch, sob as restantes condições expe-rimentais.

Palabras clave


Sincronização. Ovinos.

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DOI: https://doi.org/10.21071/az.v58i222.5286

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Editorial

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ISSN: 1885-4494