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158 (Sep) pp 203-300
157 (Jun) pp 105-200
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155 (Dic) pp 605-710
154 (Sep) pp 303-603
153 (Sep) pp 195-302
152 (Jun) pp 101-194
151 (Mar) pp 1-100
149 (Dic) pp 315-412
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145 (Sep) pp 219-330
144 (Jun) pp 107-218
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CARACTERÍSTICAS PRODUTIVAS DA OVELHA SERRA DA ESTRELA
CARACTERÍSTICAS PRODUCTIVAS DE LA OVEJA SERRA DA ESTRELA

Carolino, N.1, L. Gama2, R. Dinis3, T. de Sá4,

1, Estação Zootécnica Nacional. Fonte Boa. 2000-763 Vale de Santarém. Portugal. E-mail: Carolinonuno@hotmail.com
2, Instituto Superior de Agronomia. Tapada da Ajuda. 1349-017 Lisboa. Portugal. E-mail: LTGama@hotmail.com
3, Associação Nacional Criadores Ovinos Serra da Estrela. Qta da Tapada. 3400 Oliveira do Hospital. Portugal.
4, Direcção de Serviços de Produção e Melhoramento Animal. Av. Ant. Serpa nº 26 1º. 1050 Lisboa. Portugal.

Palavras chave adicionais
Ovino. Produção de leite. Efeitos ambientais. Contraste leiteiro.
 
Palabras clave adicionales
Ovino. Producción de leche. Efectos ambientales. Contraste lechero.
 
Resumo
A partir dos dados oficiais do Contraste Leiteiro das campanhas de 1993/94 a 1998/99, da raça Serra da Estrela, a segunda raça ovina mais explorada em Portugal, obteve-se uma base de dados inicial com 104038 lactações, das quais, 103633 lactações de 50672 ovelhas pertencentes a 578 explorações foram submetidas a análise com o objectivo de estudar os factores ambientais que influenciam a produção leiteira. Foram analisadas as Produções Total de Leite (PTOT) e Normalizada aos 150 dias de lactação (P150), sendo considerados os efeitos do Criador, Concelho, Ano de Contraste, Variedade, Número, Mês e Tipo de Parto. Verificou-se que todos os factores influenciaram significativamente (p<0.01) as características da produção leiteira analisadas, à excepção da Variedade que apenas influenciou significativamente a P150, e que os efeitos do Criador e do Concelhosão os principais responsáveis pela variabilidade entre observações. As ovelhas primíparas apresentaram produções significativamente inferiores (10-12 p.100) às das multíparas. As produções foram significativamente mais elevadas, em cerca de 7.5-9.0 litros, em fêmeas com partos múltiplos relativamente às que tiveram partos simples. As ovelhas que pariram mais cedo (Agosto) foram mais produtivas, pelo facto de permaneceram mais tempo em lactação. Com base em 402 contrastes qualitativos, realizados em 13 explorações na campanha de 1998/99, registou-se um valor médio de 8.3 p.100 para o teor butiroso, 6.7 p.100 para o teor proteico, 15.0 e 11.9 kg, respectivamente, para a produção de gordura e proteína.
 
Resumen
A partir de los datos oficiales de contraste lechero en las campañas 1993/94 a 1998/99 de la raza Sierra da Estrela, la segunda raza ovina más explotada en Portugal, se obtuvo una base de datos inicial con 104038 lactaciones de las que 103633 de 50672 ovejas pertenecientes a 578 explotaciones fueron sometidas a análisis con el objetivo de estudiar los factores ambientales que influyen sobre la producción lechera. Fueron analizadas la producción total de leche (PTOT) y normalizada a 150 días de lactación (P150) siendo considerados, los efectos criador, ayuntamiento, año de contraste, variedad, número, mes y tipo de parto. Se comprobó que todos los factores influían significativamente (p<0,01) las características de la producción lechera analizada, a excepción de la variedad que apenas influyó significativamente a p150, y que los efectos criador y ayuntamiento son los principales responsables de las variaciones observadas. Las ovejas primíparas presentaron producciones significativamente inferiores (10-12 p.100) a la de las multíparas. Las producciones fueron significativamente más elevadas, entre 7,5-9 litros en hembras con partos múltiples en relación con las que tuvieron partos simples. Las ovejas que parieron más temprano (agosto) fueron más productivas, por el hecho de que permanecieron más tiempo en lactación. Con base en 402 contrastes cualitativos realizados en 13 explotaciones en la campaña 1988/89, se registró un valor medio de 8,3 para el contenido butiroso 6,7 para el contenido proteico, 15,0 y 11,9 kg respectivamente para la producción de grasa y proteína.
 
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