Mortalidade de Pennisetum glaucum submetido a estresses associado

L.R.R. Lucena, M.L.M.V. Leite, V.J.L.P. Simões, M.C.R. Almeida, J.L.S. Izidro

Resumen


A disponibilidade hídrica e qualidade da água nas regiões semiáridas são limitadas, e isto tem reduzido à produção agrícola nesta região. Neste contexto, a identificação de culturas mais tolerantes a estas condições torna-se necessário, pois pode auxiliar na obtenção de maiores produtividades. Objetivou-se avaliar a mortalidade de milheto submetido aos estresses hídrico e salino. O delineamento utilizado foi em blocos ao acaso, com quatro lâminas de irrigação com base na evapotranspiração da cultura – ETc (25, 50, 75 e 100% ETc) e três níveis de salinidade (0,03, 2 e 4 dS.m-1 ), formando um esquema fatorial 4x3, com quatro repetições. Os resultados mostraram que a taxa de mortalidade em função do nível hídrico foi maior (31,43%) para o menor nível e a menor (20,0%) foi ao nível hídrico de 75%, já a mortalidade em função da salinidade foi menor (17,1%) quando utilizado o nível controle e maior (42,86%) no nível máximo de salinidade. Após ajuste da taxa de mortalidade do milheto pelo modelo de regressão logístico verificou-se que a menor probabilidade da planta se manter viva ocorre no menor nível hídrico e maior salino, enquanto que a maior probabilidade é dado pelo maior nível hídrico e menor nível salino.

Palabras clave


Estresse hídrico. Estresse salino. Modelagem. Regressão. Milheto.

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DOI: https://doi.org/10.21071/az.v69i265.5042

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Editorial

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ISSN: 1885-4494