O porco Ribatejano: Renascimento de uma população autóctone? Primeiros dados de crescimento e de carcaça

J. Martins, J. Neves, A. Serrano, I. Abecasis, A. Albuquerque, A. Freitas, J.L.T. Nunes, R. Charneca

Resumen


No âmbito do projeto TREASURE e com o objectivo de avaliar o desempenho produtivo do porco Ribatejano, resultante do cruzamento entre porcos Alentejanos (AL) e Bísaros (BI), 10 machos castrados de cada um dos genótipos AL, BI, ALxBI e BIxAL, foram estudados. Os animais foram criados em sistema tradicional e alimentados com rações comerciais ad libitum, tendo sido abatidos a ~65 kg de peso vivo (PV). Os dados obtidos mostraram que os suínos BI, ALxBI e BIxAL atingiram o peso de abate mais rapidamente (P <0,001) que os AL. O comprimento de carcaça (P <0,001), o rendimento de carcaça (P = 0,06) e o peso das peças magras (P <0,01) foram maiores nos BI que nos AL, com valores intermédios para os cruzados. Por outro lado, o peso das peças gordas, a profundidade da gordura ZP (P <0,01) e a espessura média da gordura dorsal (P <0,001) foram maiores nos suínos AL que nos BI e cruzados. Aos 65 kg PV, os porcos cruzados RI apresentaram características intermédias entre o genótipo mais gordo (AL) e o mais magro (BI). Este cruzamento poderia, assim, ser uma alternativa ao uso de outras raças em cruzamentos comerciais, ajudando a aumentar a receita dos produtores de suínos autóctones e também manter ou aumentar as populações de raças puras, contribuindo para a biodiversidade animal.

Palabras clave


Raças suínas autóctones. Produtividade. Ganho médio diário. Composição da carcaça.

Texto completo:

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DOI: https://doi.org/10.21071/az.v67iSupplement.3588

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Editorial

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ISSN: 1885-4494